terça-feira, 10 de julho de 2007

Acabar com a paz podre de milagre

Se tiver juízo, o empresário Caetano Alves (que vai substituir Jorge Greno na vereação a partir de Setembro) tudo fará para passar à história como o homem que rompeu a coligação entre o o PSD e o CDS-PP. Aveiro e os aveirenses ficar-lhe-iam eternamente agradecidos, até porque a coligação é há muito um cadáver adiado que nem sequer procria.
Sejamos francos: a CMA está há muito a ser dirigida de fora para dentro. E o pouco que resta para decidir entre portas é disputado ferozmente pelos vereadores dos dois partidos sob o olhar complacente (ou será temeroso?) do presidente, que já mostrou não ter mão para controlar os rapazes. E as raparigas.
Na câmara de Aveiro, é bom que os municípes o saibam, há vereadores que não falam com vereadores. O CDS-PP está entrincheirado nos Paços do Concelho, e o PSD reina no Centro de Congressos. Pelo meio flutuam assessores como João Manuel Oliveira, o democrata imperfeito com um piquinho azedo, hábil no "name droping" e na intriga, que só contribuem para a zanga entre as comadres. Com esta gente a puxar para lados diferentes a câmara não se mexe. Infelizmente.
Gonçalo Caetano Alves: seja um homem de bom senso, seja um aveirense que ama a sua terra e cumpra o seu dever. Rompa com a coligação e devolva o futuro ao concelho.

5 comentários:

Anónimo disse...

João Manuel Oliveira, O Intriguista, é o João Oliveira- JMO dos blogues?

Anónimo disse...

Vim aqui. Gostei de uma coisa e não gostei de outra: o visual está bom mas a ausência de moderação de comentários vai fazer com que este blogue se transforme num esgoto a breve prazo.
Se este blog quiser ser credível, tem de introduzir a moderação de comentários (eu podia deixar aqui uma difamação qualquer, não podia?)

Migas (miguel araújo) disse...

Catão.
Isso não faz qualquer sentido, por várias razões:
1. Por questões políticas.
2. Pelo facto de o Caetano Alves só em Setembro tomar posse e ter a necessidade de possuir argumentos fortes e válidos para tal.
3. Questão temporal. Que efeitos práticos teria uma posição dessas a apenas 2 anos do final deste mandato? Entre a dissolução da Câmara e a marcação de novas eleições muito tempo passaria. E o tempo que restava servia para quê?
Porque lembro que o executivo que tomasse posse teria apenas menos de dois anos, na melhor das hipóetes ano e meio, para governar. Depois disso teriamos novamente eleições.
Há coisas que não tem interesse mexer ou alterar. Apenas andar para a frente e no fim fazer as devidas contas.
Cumprimentos

Anónimo disse...

Quanta presunção!
Onde é que estão os aveirenses não livres? Que eu saiba, o presídio de Aveiro até é bem pequeno.

JMO disse...

Catão,

Vai acabar com o blogue, vai dar a cara, ou vai parar ao tribunal?

Se quer expressar a sua opinião, esteja à vontade. Mas está a começar mal. E assim não vai continuar muito tempo, acredite.

Não pense em começar a difamar.